Um exemplo clássico de Arquitetura aristocrática do século
XVIII, é o Solar da Marquesa de Santos.
Pertencia a Marquesa Domitila de Castro e Melo, a amante de
Dom Pedro I.
A marquesa nasceu em São Paulo no dia 27 de Dezembro de
1797, sendo filha de João de Castro Canto e Melo, que ocupava a função de
ajudante Militar.
Após conhecer Dom Pedro I, foi viver na Corte, e em virtude
de seu romance, conseguiu inúmeros títulos de nobreza e seus irmãos se tornaram
gentis-homens da Câmara Imperial.
Depois de romper o relacionamento amoroso com Dom Pedro I, a
Marquesa comprou o sobrado em 1834, por 11 contos e 400 mil réis.
Naquela épcoca ela promoveu numerosos bailes, saraus, festanças
e etc.
Com sua morte, o Solar passou para as mãos do filho, o
Comendador Felício de Mendonça e Castro.
No ano de 1880, foi arrematada pela Diocesana, que instalou
o Palácio Episcopal.
A Diocesana construiu a Capela e uma cripta sob o altar-mor.
Nos dias de hoje é conservado as paredes de taipa de pilão e
Pau-a-pique do século XVIII.
O Solar abriga atividades museológicas e a sede do Museu da
cidade de São Paulo, sua fachada é conservada na feição neoclássica .
Aberto à visitação pública. Entrada franca.
Endereço:Rua Roberto Simonsen, 136, Centro - São Paulo – SP
Anthony Mohammad
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